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Velocidade não é tudo: entenda o que influencia a qualidade da internet em casa

Com o fim das férias, aumenta o uso simultâneo da rede para estudos, trabalho remoto e serviços digitais. Especialistas explicam por que velocidade não é o único fator para uma boa experiência

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 divulgação

Com a proximidade da chegada do mês de agosto, milhares de famílias retomam a rotina após o período de férias escolares. Além da volta às aulas, muitas pessoas também retornam ao ritmo normal de trabalho, cursos, reuniões e atividades do dia a dia. E, junto com essa mudança, cresce novamente a demanda pelo uso da internet residencial.

Se durante as férias a conexão costuma ser utilizada principalmente para entretenimento, como filmes, séries, jogos e redes sociais, no segundo semestre ela passa a atender diferentes necessidades simultaneamente. Aulas on-line, pesquisas escolares, videochamadas, plataformas de ensino, trabalho remoto, serviços bancários e consumo de conteúdo dividem espaço na mesma rede, exigindo uma conexão preparada para acompanhar toda essa dinâmica.

Segundo a pesquisa TIC Domicílios, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), a internet já está presente na grande maioria dos lares brasileiros e se consolidou como uma ferramenta indispensável para educação, trabalho, comunicação e acesso a serviços essenciais. Ao mesmo tempo, cresce o número de dispositivos conectados dentro das residências, tornando ainda mais importante uma infraestrutura capaz de atender diferentes usos simultaneamente.

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Um ponto que ainda gera dúvidas entre muitos consumidores é a relação entre velocidade e qualidade da conexão. É comum que, diante de uma internet aparentemente lenta, a primeira reação seja pensar que é preciso contratar um plano com mais megas. No entanto, nem sempre essa é a solução.

Em muitos casos, a experiência ruim está relacionada à forma como o sinal Wi-Fi chega aos ambientes da casa. Um roteador mal posicionado, distante dos dispositivos ou instalado próximo a obstáculos físicos pode aumentar a latência — que é o tempo de resposta da conexão — e causar travamentos, atrasos em videochamadas, interrupções em aulas on-line, mesmo quando a velocidade contratada é suficiente para atender à necessidade da família.

Para a G3 Telecom, esse comportamento já faz parte da rotina observada pelas equipes técnicas e de atendimento.

"Hoje, uma boa experiência de internet depende de um conjunto de fatores. A velocidade é importante para suportar vários dispositivos conectados e transferir grandes volumes de dados. Mas a latência também faz toda a diferença em atividades que exigem resposta imediata, como aulas ao vivo, reuniões virtuais e jogos online. Muitas vezes, antes mesmo de pensar em aumentar o plano contratado, vale avaliar o posicionamento do roteador e a distribuição do sinal dentro da residência. Esse simples cuidado pode melhorar significativamente a experiência do usuário", destaca Sidney Sheldon, gerente de operações da empresa.

Além de um bom posicionamento do roteador, especialistas recomendam mantê-lo em um local central da casa, longe de paredes muito espessas, espelhos e eletrodomésticos que possam interferir no sinal. Também é importante utilizar equipamentos atualizados e compatíveis com as tecnologias mais recentes, garantindo uma conexão mais eficiente em todos os ambientes.

Maior provedora de internet do Piauí e presente também no Maranhão, a G3 Telecom acompanha essa transformação há 17 anos, investindo continuamente em infraestrutura, tecnologia e atendimento para oferecer uma conexão preparada para as necessidades de milhares de famílias.

Neste retorno às aulas e ao trabalho, mais do que garantir velocidade, uma boa conexão representa produtividade, aprendizado, comunicação e tranquilidade para todos que compartilham o mesmo ambiente. Afinal, em uma rotina cada vez mais digital, uma internet de qualidade deixou de ser apenas um diferencial e passou a fazer parte do funcionamento da vida cotidiana.

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