RSS
  Whatsapp

Leitura

Imaginário religioso marca a narrativa sobre a criação de Teresina nos Cadernos de Teresina

Iniciativa resgata publicação histórica com foco no imaginário religioso e na construção simbólica da capital

Compartilhar

  Mariana Castelo Branco, apresenta o resumo do conteúdo / imagem: divulgação

A edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, desta semana, tem o foco na edição nº 20, publicada em agosto de 1995. A revista reúne um amplo conjunto de conteúdos que transitam entre artes, literatura, história, política, música e cultura popular, reafirmando o papel da publicação como importante registro da memória cultural e social de Teresina.

Entre os temas abordados estão artes plásticas, Canto do Conto, crônicas, poesias, teatro e agenda cultural, além de matérias como O mestre-escola e a “siglomania”, “O nascimento da infância”, reflexões em “Lembranças de uma cidade ardente”, textos sobre o cotidiano entre trabalho e lazer, literatura com Juca Mulato e Luiz Romero Lima, música com a análise “CD Bom ou Bons CDs”, além de discussões políticas sobre liberdade e poder a partir da obra de Jean-Jacques Rousseau. A edição também traz entrevista com Raimundo Nonato Monteiro de Santana e um perfil dedicado à vida e obra do Barão de Gurguéia.

>>> Siga o canal do portal Coluna Sempre Mais no WhatsApp

O principal destaque desta edição é a matéria de cultura popular “O imaginário religioso e a criação de Teresina”, escrita por Maria Cecília Silva. O texto aborda a fundação da capital a partir do chamado marco zero, localizado em frente à Igreja de Nossa Senhora do Amparo, espaço simbólico para a compreensão da origem da cidade e da construção de seu imaginário religioso.

O episódio desta semana do projeto foi gravado diretamente na Igreja de Nossa Senhora do Amparo, estabelecendo uma relação direta entre o local histórico e a narrativa apresentada na revista. O resumo da edição foi conduzido pela servidora da FMC, Mariana Castelo Branco, que destacou os aspectos históricos e simbólicos da matéria central. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI.
 

Por:

Mais de Cultura