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Mais uma página

Por que (ainda) vale a pena ir a feiras literárias?

'Mais uma Página', é um espaço semanal, com indicações de livros, recordações de clássicos, revirar curiosidades literárias, opiniões e muito mais

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 Salão do Livro do Piauí / imagem: Pedro Silva - Sempre+

Esses dias Teresina viveu mais uma edição do Salão do Livro do Piauí (SALIPI), com aquele clima que mistura encontro de amigos, cheiro de livro novo, conversas inspiradoras e a eterna dúvida: levo só um livro ou faço a feira?

Stands, bate-papos, lançamentos, minicursos, palestras... Tudo girando em torno da literatura, mas de um jeito que aproxima, que acolhe. E enquanto o SALIPI movimentava a cena aqui, lá no Sudeste a Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro também está com programação até o dia 22 de junho, provando que o Brasil está, sim, respirando leitura.

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Mas aí vem a pergunta: por que participar de feiras literárias em uma era onde o digital está cada vez mais presente?

Porque feira literária é mais do que evento, é uma experiência. É onde encontramos aquelas autoras e autores que só conhecíamos pelas orelhas dos livros, descobrimos novos nomes e nos aproximamos da literatura local.

É uma chance de lembrar que leitura não precisa ser solitária. Pode ser compartilhada, celebrada, vivida em grupo. E que escrever também pode ser sonho real, alimentado por quem sobe nos palcos das feiras para contar sua trajetória.

No fim das contas, essas feiras são uma espécie de abraço coletivo em quem ama ler e escrever. E em tempos de tanta pressa e tanto ruído, estar cercado de livros, histórias e gente que acredita no poder das palavras é um respiro necessário.

'Mais uma Página'

Semanalmente, o 'Mais uma Página', apresenta indicações de novos livros, recordar clássicos, descobrir tendências, revirar curiosidades literárias e muito mais.

No mês de estreia, o espaço dedicou três indicações de livros sobre mulheres, escrito por mulheres, mostrando várias histórias e sentimentos.

Conteúdo assinado por Arysa Cabral

Graduada em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Cariri (UFCA). Mestra em Biblioteconomia pelo Programa de Pós-graduação em Biblioteconomia - Mestrado Profissional (PPGB/UFCA). Pós-graduanda em História, Cultura e Literatura Afro-Brasileira e Indígena pela UniCesumar. Atualmente é professora do Curso de Biblioteconomia do Centro de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Estadual do Piauí (CCSA/UESPI). Pesquisadora de temas como: biblioterapia, literatura, leitura e formação de leitores.

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