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Economia

Construção civil impulsiona PIB e reforça papel estratégico na economia do Piauí

Com crescimento de 2,9% no PIB nacional, setor amplia geração de empregos, movimenta investimentos e reforça perspectivas positivas para a economia piauiense

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 divulgação

O crescimento de 2,9% da construção civil no primeiro trimestre de 2026, divulgado recentemente no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, reflete um cenário de forte recuperação e consolidação do setor industrial. No Piauí, o panorama acompanha o otimismo nacional, impulsionado por obras de infraestrutura, parcerias e investimentos que movimentam a economia local, gerando emprego e renda.

Para o presidente do SINDUSCON Piauí, Guilherme Fortes, o desempenho positivo do setor mostra o acerto nas estratégias de planejamento urbano e o papel indispensável da construção civil como termômetro econômico.

"O avanço da construção civil no PIB nacional é o reflexo nas ruas do que estamos vivenciando também no Piauí. O volume de obras cresceu significativamente desde o início do ano. Isso se deve a um alinhamento importante entre investimentos privados e públicos, além da necessidade contínua de modernização da nossa infraestrutura e habitação. Quando a construção civil vai bem, toda a cadeia produtiva, do comércio de materiais de construção aos serviços, é beneficiada", destaca Guilherme Fortes.

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Desafios econômicos e juros

Apesar do crescimento pujante do setor, o cenário macroeconômico ainda exige cautela dos construtores piauienses. O patamar elevado das taxas de juros continua sendo o principal gargalo para investimentos de longo prazo em tecnologia e novos maquinários, limitando o potencial pleno de expansão do mercado.

O presidente do SINDUSCON Piauí reforça a necessidade de um ambiente fiscal equilibrado para que o setor produtivo continue avançando de forma sustentável.

"Para manter esse ritmo de crescimento e atrair ainda mais investimentos privados para o Piauí, precisamos de uma política fiscal consistente que permita a queda sustentável dos juros. O investimento privado precisa de previsibilidade. Com juros mais acessíveis, conseguimos ampliar os canteiros de obras e reduzir o déficit habitacional com ainda mais velocidade", finaliza Fortes.
 

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